Tribal Fusion

O Tribal Fusion bellydance é uma dança de fusão contemporânea da dança do ventre, que tem como origens:
– o ATS® (American Tribal Style® belly dance), uma forma moderna de dança criada por Carolena Nericcio-Bohlman, diretora do grupo Fatchance Bellydance, no final dos anos 80. Esta modalidade fusiona dança do ventre, dança indiana clássica e flamenco, dançada geralmente com improviso em grupo;
– pesquisas de bailarinos anteriores a Carolena, como Jamila Salimpour (professora de Masha Archer e considerada a avó do Tribal), e também bailarinos contemporâneos a Carolena que não faziam parte do estilo em ascenção que era o ATS®, como Suhaila Salimpour (filha de Jamila, uma das professoras de Rachel Brice e Moria Chappel), Katarina Burda (aluna de Jamila Salimpour, estudiosa de danças e músicas da região dos Bálkans e professora de bailarinas como Zoe Jakes e Mira Betz), John Compton (aluno de Jamila Salimpour, foi professor de Rachel Brice e Zoe Jakes). Estes influenciaram muito o que hoje chamamos de tribal fusion.

A iniciadora principal do Tribal Fusion belly dance é Jill Parker, uma aluna de Carolena Nericcio que resolve diversificar e ampliar as possibilidades do tribal até então. A dança em solo e performances pensadas para palcos ganharam mais força, os figurinos se modificaram, elementos do jazz, cabaret e outras danças ocidentais começaram a ser adicionados bem como as músicas fusionadas foram ganhando mais espaço e visibilidade com o surgimento de bandas que direcionavam seus trabalhos para a dança tribal. Rachel Brice é a maior divulgadora do estilo até hoje, e uma das suas grandes contribuições ao tribal fusion foi organizar passos, nomeá-los, e com ajuda de Mardi Love, criar uma estética de alto nível tanto na dança quanto em aparência.

Enfim, o Tribal Fusion vem evoluindo desde Jamila Salimpour, adicionando elementos de danças contemporâneas e ocidentais como jazz, danças urbanas, dança contemporânea, ballet clássico, um visual rico e nada convencional, utilizando músicas modernas fusionadas, porém a base dos movimentos vem sempre da dança oriental árabe. Esta modalidade com o tempo dá liberdade para a(o) bailarina(o) descobrir sua própria fusão, colocar seu estilo na dança e no figurino, e mostrar sua identidade na dança.

As aulas promovem estudo de técnicas dos movimentos isolados, exercícios de coordenação para dissociação de diferentes partes do corpo, deslocamentos, giros, yoga durante o aquecimento e alongamento, estudo coreográfico, entre outras práticas. Utiliza-se também exercicios criados por bailarinas mundialmente conhecidas, pois são os exercicios com maior resultado na sua dança tribal. Apresentações são incentivadas, mas fica a critério do aluno se envolver ou não.

Horarios:

Nível 1: Segunda 19:45 | 7 vagas | em andamento (início 26/02)
Nível 2: Quarta 19:45 | 4 vagas | em andamento (início 07/02)

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